Uma mulher de 50 anos foi presa em Miami, na Flórida, Estados Unidos, após ser acusada de invadir a residência de uma vizinha e jogar um balde contendo fezes humanas contra ela. Segundo as autoridades, o episódio teria sido motivado por uma suspeita de traição envolvendo o marido da suspeita.
Identificada como Yirsi Machado Rivera, a mulher foi detida e passou a responder por acusações de invasão de residência ocupada e agressão. O caso aconteceu no condomínio de trailers Royal Country Mobile Homes, onde as duas mulheres moravam em lados diferentes de um mesmo imóvel dividido.
Discussão começou após acusação de traição
De acordo com o relatório policial, Yirsi foi até a porta da residência da vizinha durante a noite e começou a bater. Quando a moradora abriu a porta, as duas iniciaram uma discussão.
Ainda segundo os investigadores, Yirsi acusou a vizinha de manter um relacionamento com seu marido. Durante a discussão, a suspeita teria forçado a entrada na casa.
A polícia afirma que, depois de entrar no imóvel, Yirsi teria empurrado a vítima e, antes de deixar o local, jogado sobre ela um balde que continha fezes humanas.
Suspeita apresentou outra versão à polícia
O relatório policial registra que Yirsi teria dito a uma testemunha que havia defecado em um balde com a intenção de jogar as fezes no rosto da vizinha.
Quando foi interrogada pelos policiais, porém, a mulher apresentou uma versão diferente. Ela afirmou que estava tentando se livrar do conteúdo do balde porque o vaso sanitário de sua residência estava quebrado.
Yirsi negou ter invadido a casa da vizinha e também negou ter jogado as fezes contra ela.
A mulher ainda afirmou que as duas haviam discutido por causa do mau cheiro. Segundo sua versão, a vizinha teria usado um taco de beisebol para golpeá-la na cabeça, provocando um ferimento. Essa alegação também consta no relatório policial.
Justiça determina prisão sem fiança
Após a investigação, Yirsi foi presa e encaminhada para a custódia do condado de Miami-Dade. Ela compareceu perante um juiz durante uma audiência de custódia.
A Justiça determinou que a mulher permanecesse presa sem direito a fiança e também estabeleceu que ela não poderia manter contato ou se aproximar da suposta vítima.
Um defensor público foi designado para representar Yirsi no processo.
As acusações descritas no caso ainda dependem do andamento do processo judicial e não representam, por si só, uma condenação definitiva.
Fonte: Massa.com.br

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